Dos aspirinas diarias reducen incidencia de cáncer colorrectal

Un estudio asegura que si son consumidas todos los días durante dos años, la aparición de cáncer en pacientes de alto riesgo disminuirá considerablemente.

Un nuevo estudio señala que una dosis diaria de aspirina podría disminuir el riesgo de contraer cáncer colorrectal en aquellas personas que tienen antecedentes familiares de importancia.
La reciente investigación publicada en The Lancetindica que dos pastillas al día durante dos años redujeron en 63% la incidencia de ese tipo de cáncer en un grupo de 861 pacientes en situación de riesgo.
El profesor de la Universidad de Newcastle, Sir John Burn, quien dirigió el estudio, dijo que la evidencia 'parece ser abrumadoramente sólida'.
Otros expertos consideran que, sin duda, los nuevos hallazgos se suman a importantes pruebas previas que aseguran que la aspirina podría ser utilizada en la lucha contra el cáncer.
Caída
En el estudio participaron pacientes con síndrome de Lynch, o cáncer colorrectal hereditario, que afecta a una de cada 1.000 personas.
Estas personas luchan para detectar y reparar el ADN dañado que los vuelve más propensos a desarrollar varios tipos de cáncer, incluidos el colorrectal, de útero y estómago.
Aquellos pacientes que recibieron 600 miligramos de aspirina todos los días, desarrollaron 19 tumores en comparación con los 34 tumores que aparecieron en el otro grupo 'control', que no tomó aspirina. Ello representa una reducción del 44%.
En aquellos pacientes que tomaron el medicamento durante al menos dos años, la reducción fue del 63%.
Según Burn, unos 30.000 adultos en el Reino Unido padecen el síndrome de Lynch.
Si todos ellos recibieran el tratamiento, sería posible impedir la aparición de 10.000 tumores de cáncer durante 30 años.
Esto, posiblemente, podría evitar unas 1.000 muertes por la enfermedad.
Posibles riesgos
Sin embargo, el consumo de aspirina también generaría efectos secundarios.
'Para la mayoría de la gente parece ser un buen negocio evitar 10.000 casos de cáncer a cambio de 1.000 úlceras y 100 accidentes cerebrovasculares', dijo Burn.
'La gente que tiene una historia familiar clara y específica de cáncer colorrectal, debe considerar seriamente la adición de bajas dosis de aspirina a su rutina, sobre todo aquellas que tengan una predisposición genética'.
La aspirina ya es bien conocida por disminuir el riesgo de un ataque al corazón en pacientes de alto riesgo.
Otros estudios realizados en las últimas dos décadas indican de una manera más amplia que las pastillas que reducen el dolor también disminuyen el riesgo de cáncer. Este, sin embargo, es el primer ensayo de control aleatorio que prueba los efectos de la aspirina en la aparición de la enfermedad.
En 2010, otra investigación sugirió que los pacientes que recibieron aspirina tuvieron un riesgo de muerte 25% menor.
El profesor Peter Rothwell de la Universidad de Oxford, quien dirigió ese estudio, dijo que los últimos hallazgos 'sin duda ayudan a construir una imagen coherente que apunta hacia la misma dirección: sí existe un vínculo con el cáncer'.
¿Y los sanos?
Una de las preguntas formuladas por la investigación era si las personas sanas que no tienen riesgos hereditarios deben tomar el medicamento.
Las pruebas demuestran que cuanto menor sea el riesgo de cáncer o ataque al corazón, menor será el beneficio de tomar aspirina. Sin embargo, los efectos secundarios potencialmente mortales se mantienen.
Este argumento, dijo Burn, es 'bien equilibrado'. Para él, los riesgos valen la pena.
'Creo que la gente que está en sus 50 o 60 años deben pensar seriamente en añadir una dosis baja de aspirina a su rutina diaria, para protegerse contra el cáncer, ataques cardíacos y accidentes cerebrovasculares'.
'Pero si lo hacen, deberán tener los ojos bien abiertos, pues aumentará el riesgo de úlceras y hemorragias gastrointestinales. Incluso tendrían una baja posibilidad de experimentar un derrame cerebral causado por la aspirina'.

Dieta com pouca gordura e muita fibra previne doenças crônicas

Controle da alimentação na adolescência traz benefícios na idade adulta.


Um estudo publicado no Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism revelou que seguir uma dieta equilibrada na adolescência, reduzindo a ingestão de gorduras total e saturada e aumentando o consumo de fibras, diminui as chances de desenvolver doenças crônicas, como diabetes, na vida adulta. A análise foi liderada por um pesquisador da Fox Chase Cancer Center in Philadelphia, nos Estados Unidos.

Para a pesquisa, foram avaliadas 230 mulheres com idade entre 25 e 29 anos e que, nove anos antes do presente estudo, participaram do Dietary Intervention Study in Children (DISC). Este realizou uma intervenção na dieta das participantes para reduzir o consumo de gordura a 28% da ingestão calórica diária, aumentando o consumo de frutas, legumes e grãos integrais. Agora, o novo estudo pretendia avaliar os efeitos de tal mudança a longo prazo.
Foram coletadas amostras de sangue, medidas da pressão arterial e composição corporal de cada uma das mulheres. Em seguida, os níveis de glicose, triglicérides e colesterol foram comparados com os de um grupo de controle. Embora os resultados do grupo de controle não tenham evidenciado síndrome metabólica, ele apresentou uma tendência maior a tal problema do que o grupo que sofreu intervenção.

Segundo os estudiosos, a dieta ocidental é rica em gordura, ácidos graxos saturados e grãos refinados. Estes nutrientes estão diretamente relacionados a anormalidades metabólicas que incluem obesidade abdominal, baixos níveis do chamado bom colesterol, aumento da pressão arterial e taxas elevadas de triglicérides e glicose.
"Esta pesquisa é importante porque sugere que a redução da ingestão de gordura total e saturada e o aumento do consumo de fibras alimentares na infância e adolescência pode ter efeitos benéficos mais tarde na vida pelo risco crescente de doenças crônicas, como diabetes e doenças cardíacas", diz Joanne Dorgan, PhD, doFox Chase Cancer Center, em Filadélfia.

Escolha a gordura certa para ativar o metabolismo
Demonizar as gorduras é praxe nas conversas sobre dieta. A birra encontra respaldo em, basicamente, duas explicações: as calorias que elas acrescentam à dieta e o suposto prejuízo causado na saúde. "O problema é que muita gente confunde gordura com fritura", afirma a nutricionista Fabiana Honda, da PB Consultoria em Nutrição, em São Paulo. Existem várias fontes de gorduras e muitas delas são essenciais ao funcionamento do organismo e para absorção de vitaminas. A seguir, veja nove áreas do seu corpo que saem ganhando quando você seleciona bem o tipo de gordura que vai para o seu prato.

Funcionamento das células
Toda célula é recoberta por uma membrana de gordura. "A membrana celular define os limites da célula e atua como uma barreira, controlando o que entra e o que sai da célula. Essa seleção é importante para que o metabolismo funcione adequadamente", explica a nutricionista Fabiana Honda. Os fosfolipídios, encontrados na soja e nos ovos, são os principais componentes das membranas celulares, junto às gorduras poliinsaturadas, também encontradas na linhaça.
Ossos
Embora não haja relação direta entre o consumo de gorduras e os ossos, elas são essenciais para a absorção de vitamina D, nutriente essencial para a absorção e fixação de cálcio nos ossos.

Circulação
Segundo o nutrólogo Navarro, o vaso sanguíneo sofre influência direta do tipo de gordura que comemos. "Uma dieta rica em ômega-3 melhora a circulação sanguínea, porque esta gordura tem poder desinflamante e diminui a pressão nos vasos sanguíneos". Protegendo a saúde dos vasos, a circulação é facilitada, o que beneficia tanto a saúde do coração quanto a do cérebro, pois há melhora da irrigação sanguínea.

Pulmões
O líquido surfactante pulmonar é 90% composto de gordura, principalmente saturada. Esse líquido é essencial para manter o funcionamento dos alvéolos, estruturas responsáveis pelas trocas gasosas da respiração. A gordura saturada é encontrada em alimentos protéicos de origem animal como carnes, frango, peixes, ovos e leite, além do óleo de coco.

Óleo de peixe pode ajudar a afastar a demência

Ômega 3 presente no alimento conserva a memória.


Pesquisadores da Universidade de Northumbria, na Inglaterra, descobriram que o consumo regular de suplemento de óleo de peixe contendo o ômega 3 e o ácido graxo DHA (da família do ômega-3) pode prevenir o declínio cognitivo e a demência. 

Para chegar aos resultados, os especialistas monitoraram o funcionamento mental de dois grupos de indivíduo com idades entre 18 e 35 anos - o primeiro grupo ingeriu o suplemento diariamente durante três meses, enquanto o outro fazia uma dieta normal. 

Os pesquisadores observaram que os participantes que tomaram o suplemento tinham um aumento do fluxo sanguíneo para o cérebro durante a execução de tarefas mentais, melhorando seu desempenho cerebral. A ingestão de DHA também trouxe melhoras significativas para a memória dos participantes. 

Os pesquisadores agora planejam avaliar o impacto dos suplementos rico em DHA sobre a memória e desempenho mental dos indivíduos com idades entre 50 e 70 anos.  

Ômegas 3 e 6 trazem muitos benefícios para o seu coração 
Os ômegas 3 e 6 são gorduras essenciais para o bom funcionamento de vários órgãos. Essas gorduras não são produzidas pelo organismo, mas devem estar presentes na alimentação, pois auxilia na queda de níveis de triglicerídeos e de colesterol ruim (LDL), favorecendo o aumento do colesterol bom (HDL). Além disso, apresentam importante papel em alergias e processos inflamatórios.

O ômega 3 é reconhecido como um nutriente cardioprotetor, isto é, beneficia a saúde cardiovascular. Também é essencial para o funcionamento de dois órgãos importantíssimos do corpo humano: o coração e o cérebro.

No coração, diminui o risco de ataques cardíacos, pois previnem que as placas de gordura acumulem-se nas artérias. Já o cérebro é constituído por 20% de gordura, portanto o consumo de Ômega 3 e 6 é vital para deixá-lo ativo, prevenindo a falta de memória e doenças como a esclerose, Alzheimer entre outras.

Benefícios
Tanto Ômega3 quanto o 6 agregam inúmeros benefícios aos seres humanos, tais como:

1. Previnem doenças cardiovasculares;
2. Auxilia no combate a depressão;
3. Combate seqüelas de infarto;
4. Reduz lesões por esforços;
5. Auxilia no tratamento do câncer;
6. Previne arritmia cardíaca (batimento irregular);
7. Diminui a pressão sanguínea (hipertensão);
8. Aumenta a fluidez do sangue (melhora circulação);
9. Diminui as taxas de triglicerídeos e colesterol.  
Onde encontrar? 
Os ômegas 3 e 6 podem ser encontrados em nozes, castanhas, amêndoas, rúcula e óleos vegetais, como azeite, milho, canola, soja e peixes (principalmente de águas profundas).

A dieta de quem come carne deve conter, em média, 2g/dia de Ômega 3. Já os vegetarianos, devem consumir o dobro, 4g/dia, pois a deficiência desse nutriente é muito maior naqueles que optaram por uma alimentação isenta de proteína animal.

Fazer suplementação é importante, principalmente para repor a deficiência de cálcio nos ossos e combater a osteoporose (principalmente mulheres na menopausa). Consulte seu nutricionista.  

Vacina contra HPV previne câncer em homens

Aqueles que já iniciaram sua vida sexual também se beneficiam da imunização.

A vacina contra o HPV - o papilomavírus humano - afasta o risco de lesões pré-cancerosas na região do ânus em homens, diz estudo publicado no New England Journal of Medicine. 

O estudo foi realizado pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, com 602 homens homossexuais saudáveis de idade entre 16 e 26 anos. Em uma escolha aleatória, metade dos participantes receberam injeções da vacina, enquanto a outra metade receberam placebos. A vacina aplicada foi a tetravalente, que combate quatro tipos do HPV e é a única no mercado contra o vírus que pode ser aplicada em homens.

O acompanhamento depois da vacinação ocorreu entre 2006 e 2008, sendo que as doses foram aplicadas dentro de um espaço de um mês. Entre os homens que nunca foram expostos ao HPV, a vacina apresentou uma taxa de 75% menos infecções e lesões pré-cancerosas anais. Entre aqueles que já haviam sido expostos a um ou mais tipos de vírus que a vacina busca prevenir, a taxa foi de 54% a menos de lesões do que aqueles que não tomaram a vacina.

O estudo busca provar, além da eficácia da vacina contra o vírus HPV, que pessoas que já iniciaram a vida sexual também podem se beneficiar da imunização. 
Vacina contra HPV é uma das principais armas de combate ao vírus 

O HPV - vírus do papiloma humano, do inglês -, traz dados alarmantes: segundo o Ministério da Saúde, 137 mil novos casos são registrados por ano no Brasil. Esse vírus é tido como o responsável por 90% dos casos de câncer de colo do útero, além de também atuar como protagonista em casos de câncer de pênis. Ele é o principal responsável por inúmeras doenças da região genital - que compreende colo, vagina, vulva e anus nas mulheres e, nos homens, pênis e anus.

Assim como as verrugas na região genital e da boca, os cânceres causados pelo vírus do papiloma humano são recorrentes: no colo do útero, vulva, pênis e pele. Segundo o ginecologista Claudio Emilio Bonduki, da Unifesp, o HPV ainda pode levar ao câncer de vulva e de pele e provocar lesões na região oral, língua, faringe e anus, devido ao contato em sexo oral ou anal.

A vacina contra HPV já existia para o público feminino. Mas os homens também têm importante papel como vetores do HPV, ou seja, eles o carregam assim como as mulheres, como explica a ginecologista Maricy Tacla, do Hospital das Clínicas. "Enquanto eles não forem vacinados, assim como toda a população, pessoas continuarão a ser infectadas", alerta. Por isso, desde o final de maio de 2011, eles também podem ser imunizados contra o HPV.

Tipos de vacina 

Há dois tipos de vacina contra HPV no Brasil: a bivalente e a quadrivalente. Ambas protegem contra, no máximo, quatro tipos do vírus, entre os mais de 100 existentes. Isso significa que, mesmo com a aplicação da vacina, a proteção não é 100% garantida.

A bivalente protege apenas contra os tipos 16 e 18, responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer de colo do útero, vagina, vulva, anus e pênis. Já a quadrivalente, que foi recentemente liberada para o público masculino, protege contra esses antígenos e também contra os tipos 6 e 11, os principais agentes de verrugas genitais e condilomas, que são as verrugas genitais produzidas pelo vírus.

Hoje, o foco principal da vacina está em mulheres dos 9 aos 26 anos, no caso da quadrivalente, e dos 10 aos 25, na bivalente - em especial para aquelas que ainda não iniciaram sua vida sexual. Segundo Maricy Tacla, isso acontece porque, teoricamente, a mulher ainda não teve contato com o vírus, o que aumenta a eficácia da aplicação. Para os homens, vale a mesma faixa etária, lembrando que eles podem tomar apenas a quadrivalente. 

Encuentra Francia azúcar en el tabaco

Los fabricantes de tabaco utilizan demasiado azúcar y aromas para suavizar el gusto de sus productos y atraer al público más joven y a las mujeres, denuncia un estudio del Comité Nacional francés contra el Tabaquismo (CNTC).

Ese análisis, realizado junto con la revista "60 millones de consumidores", explica que para captar nuevos consumidores y fidelizarlos se han desarrollado productos específicos con sabor o aroma a vainilla, fresa o chocolate, que esconden la agrura del tabaco y de manera paralela refuerzan la dependencia a la nicotina.
Un decreto de 2009 prohíbe ya en Francia añadir edulcorantes en los cigarros y limita la cantidad de aromas de vainilla, pero según ese texto, recogido por el periódico "Le Post", "decenas de otros aromas siguen permitidos, y el decreto sólo se aplica a los cigarros, y no al resto de productos de tabaco".
"Como resultado, lo que está prohibido en los cigarrillos puede estar autorizado en otros", lamentan esas dos organizaciones, según las cuales se ha encontrado una cantidad de azúcar cercana al 10% en el tabaco de liar y edulcorantes en el papel de fumar".
La cifra resulta más llamativa porque según sus datos el 7% de los estudiantes se lían sus cigarrillos y el consumo del tabaco de liar ha pasado de 5 mil a 7 mil toneladas en los últimos 20 años.
"Los cigarrillos finos han emprendido además, no sin cierto éxito, una ofensiva de seducción de cara a las mujeres cargándose de aromas de vainilla. Nuestros análisis han descubierto en algunos productos cantidades 10 veces superiores a las autorizadas en los cigarros", alertan los responsables del estudio.
La revista y el CNCT exigen por ello que la reglamentación se aplique no sólo de manera estricta, sino que afecte a todos los productos del tabaco, y solicitan igualmente que se prohíban el resto de aromas ahora autorizados, algo que ya se ha puesto en práctica en Canadá.
Para contrarrestar la ofensiva de la industria del tabaco hacia las mujeres y los menores, se pide también que el etiquetado sea más transparente, porque no puede ser, según indican, "que en la actualidad un consumidor esté mejor informado de la composición de un yogur que de la de un producto tan nocivo como el tabaco".

¿Son útiles las mamografías de escrutinio?

La efectividad de los programas de escrutinio para detectar cáncer de mama está en duda. Expertos afirman que causan más daños que beneficios en las mujeres, otros dicen que salvan vidas.

La efectividad de los programas de escrutinio de cáncer de mama, que incluyen -en muchos países- mamografías de rutina para las mujeres mayores de 50 años, está en duda.
Desde hace casi una década estos análisis han estado rodeados de controversia porque según algunos científicos están causando más daños que beneficios.
Otros afirman que salvan vidas.
Ahora las autoridades sanitarias del Reino Unido anunciaron que revisarán la evidencia sobre su efectividad.
El Director Nacional de Cáncer del Ministerio de Salud, el profesor Mike Richards, expresó que 'esta controversia debe tomarse seriamente'.
Y por eso, dijo en una carta publicada en British Medical Journal(Revista Médica Británica), dirigirá una investigación sobre si estos programas son efectivos.
La controversia, tanto en éste como otros países, está centrada en cuántos de los casos de 'cáncer' detectados en una mamografía son falsos positivos y no necesitan ser sometidos a tratamiento.
En lo que a cáncer se refiere se sabe que en cuanto más temprano se detecte la enfermedad mejor será el resultado. Y hasta ahora la mejor forma de detectar un tumor de mama en sus primeras etapas es con una mamografía.
Según la Organización Mundial de la Salud (OMS) estos programas reducen en 35% las muertes por cáncer de mama.
Pero una investigación en Dinamarca, publicada en marzo en Cochrane Review, que revisó ocho estudios previos que incluyeron a 600.000 mujeres, mostró que 'no es claro si las mamografías reducen la mortalidad de cáncer de mama'.
'Es probable que las mamografías reduzcan esa mortalidad' afirmó la investigación.
'Pero éstas provocaron que hasta 30% de los casos detectados fueran sobrediagnósticos y no necesitaban someterse a tratamiento'.
'Esto significa -señalan los investigadores- que por cada 2.000 mujeres invitadas a una mamografía en un período de 10 años, se logrará prolongar la vida de una. Pero 10 mujeres sanas serán tratadas inncesariamente'.
¿Salvavidas?
La mama es una de las regiones más difíciles de 'leer' en una imagen radiológica.
Está constituida por tejidos muy similares y las lesiones que busca un radiólogo como indicadores de un posible tumor son sumamente pequeñas y parecidas al tejido sano.
Y actualmente cuando se detecta un cáncer de mama, real o sobrediagnóstico, en una mamografía se envía a la mujer a una serie de investigaciones y tratamientos que incluyen cirugía -incluidos lumpectomía y mastectomía- quimiotería y radioterapia.
La profesora Susan Bewley, experta en obstetricia compleja en el King's College de Londres, rechaza el programa de mamografías. En una carta al profesor Richards el mes pasado expresó que 'cada vez está más expuesta la angustia de un sobrediagnóstico y de tomar decisiones cuando se encuentran lesiones que pueden, o no, ser un cáncer que puede, o no, requerir una cirugía mutiladora'.
Pero el profesor Richards, el 'zar' del cáncer en Inglaterra, afirma que las investigaciones muestran que hasta 2,5 vidas pueden salvarse por cada caso de sobrediagnóstico.
Y por eso, afirma, es necesario llevar a cabo una revisión de toda la evidencia disponible.
Sin embargo, si llegaran descartarse o reducirse estos programas de escrutinio, ¿cómo diagnosticar de forma temprana el cáncer que mata a más mujeres en el mundo?
Sara Hiom, directora de información de la organización Cancer Research UK, señala que 'las mujeres necesitan información más precisa, clara y basada en evidencia para poder llevar a cabo una decisión informada sobre el escrutinio de mamas'.
'La decisión de someterse a una mamografía es una decisión personal, pero esa decisión debe tomarse una vez que se han explicado detalladamente los potenciales daños y beneficios', agrega.
Se espera obtener las conclusiones de la revisión el próximo año.

Tomar mucho líquido reduce el riesgo de cáncer de vejiga

El consumo de cantidades elevadas de agua u otros líquidos podría proteger a los hombres de desarrollar cáncer de vejiga, afirma un estudio.

El consumo de altas cantidades de agua u otros líquidos parece reducir el riesgo de desarrollar cáncer de vejiga en hombres, afirma un estudio.
La investigación en Estados Unidos involucró a casi 48.000 hombres que respondieron cuestionarios sobre su consumo de líquidos diariamente.
Tras un seguimiento de 20 años se encontró que aquéllos que habían tomado más de 2,5 litros de líquidos al día mostraron 24% menos riesgo de desarrollar cáncer de vejiga.
La investigación, presentada en la Conferencia Internacional de Fronteras en la Investigación de la Prevención de Cáncer, en Boston, Estados Unidos, no determinó la razón de este vínculo.
Pero los científicos creen que los líquidos parecen ayudar a eliminar del organismo los potenciales agentes carcinógenos antes de que tengan oportunidad de causar daños en los tejidos que pueden conducir a cáncer.
El cáncer de vejiga afecta a más hombres que mujeres. En Estados Unidos es el cuarto tipo de cáncer más común en hombres y el noveno más común en mujeres.
Más de 50.000 hombres y unas 16.000 mujeres son diagnosticados con la enfermedad cada año en ese país.
Eliminación de carcinógenos
El doctor Jiachen Zhou, de la Universidad de Brown, Estados Unidos, estudió la asociación del consumo de líquidos y el riesgo de cáncer de vejiga basado en los datos del Estudio de Seguimiento de Profesionales de la Salud.
En éste se ha llevado un registro del estado de salud de 47.909 profesionales de la salud hombres en Estados Unidos durante 22 años cuyas edades eran de entre 40 y 75 años al inicio del estudio en 1986.
Para el estudio los participantes debían responder a cuestionarios cada cuatro años sobre su consumo de líquidos.
Al término del estudio los resultados mostraron que entre más jóvenes los participantes mayor su ingesta de líquidos y a medida que envejecían disminuía este consumo.
Y el comparar la incidencia de cáncer de vejiga se encontró que quienes tomaron más de 2.531 ml al día mostraron 24% menos riesgo de la enfermedad.
El cáncer de vejiga es raro en personas menores de 50 años pero el riesgo aumenta a medida que la gente envejece.
Aunque no se conocen todas las causas de la enfermedad hay varios factores de riesgo conocidos.
El mayor factor de riesgo de este tipo de cáncer es el tabaquismo y se sabe que varios agentes químicos que provocan la enfermedad están presentes en el humo del cigarro.
'Los fumadores parecen tener dos a tres veces más riesgo de desarrollar cáncer de vejiga' explica a la BBC la doctora Trisha Macnair, experta en medicina geriátrica.
'Las sustancias químicas del humo del cigarro se filtran por la corriente sanguínea hacia la orina y posteriormente pasan a la vejiga donde entran en contacto con las células que recubren el interior de la vejiga', agrega.
Los daños causados en las células pueden con el tiempo pueden provocar la enfermedad.
Por eso, tal como señalan los científicos, una posible explicación de porqué el alto consumo de líquidos parece proteger a la vejiga es que éstos podrían ayudar al organismo a eliminar estas sustancias carcinógenas antes de que puedan provocar esos daños en las células.
El doctor Zhou señala que ahora será necesario llevar a cabo más estudios para entender la causa de esta asociación, pero agrega que aún con estos resultados preliminares, los médicos pueden recomendar a sus pacientes beber una buena cantidad de líquidos.
El estudio fue financiado por los Institutos Nacionales de Salud de Estados Unidos.

Cuidado con las pruebas caseras de VIH

Las pruebas caseras que se venden en internet para análisis de VIH y otras infecciones sexualmente transmitidas dan resultados incorrectos y son ilegales, advierten expertos.

Desde hace tiempo los expertos han advertido sobre los riesgos de comprar medicamentos sin receta en internet. Muchos de éstos son falsos o no contienen los compuestos activos correctos y pueden poner en riesgo al consumidor.
Ahora se emitió una nueva alerta: esta vez sobre los equipos que se venden en internet para llevar a cabo pruebas caseras para diagnóstico de infecciones sexualmente transmitidas, particularmente de VIH.
Estos dispositivos, advierte la Agencia Reguladora de Medicamentos y Productos Médicos (MHRA) del Reino Unido, pueden dar resultados incorrectos, y su venta es ilegal en muchos países.
La Agencia investigó, en particular, un sitio web en el Reino Unido que vende pruebas caseras que no llevan la Marca CE (Conformidad Europea).
Este registro es esencial para vender este tipo de productos porque indica que cumple con los mínimos requisitos legales y en materia de seguridad de los países miembros de la Unión Europea, aún cuando el producto sea importado de un tercer país.
En Estados Unidos se usa una marca similar de la Comisión de Seguridad de Productos de Consumo (CPSC).
Según la MHRA dicho sitio web vende equipos ilegales que dicen diagnosticar infecciones que van desde VIH, hasta hepatitis, gonorrea, clamidia y sífilis.
'Estos equipos no cumplen con las Regulaciones de Dispositivos Médicos y no deberían ser colocados en el mercado de este país' dice la Agencia.
'Adicionalmente, en el caso de las pruebas de VIH, es ilegal anunciar, vender o abastecer una prueba casera de VIH tal como lo establecen las Regulaciones de Servicios y Pruebas Caseras de VIH de 1992' agrega.
Impreciso
Pero incluso con las pruebas para diagnosticar otras infecciones sexualmente transmitidas, cuya venta es legal, los resultados no son precisos, señala el organismo.
Tal como informó el organismo, los registros de ventas obtenidos durante la investigación muestran que se han vendido en este país unas 500 pruebas para detección de infecciones sexualmente transmitidas.
Y ahora está contactando a las personas que compraron dichos equipos para informarles que los resultados no son fiables.
Tal como expresó Susanne Ludgate, directora clínica de dispositivos de la MHRA, 'nos preocupa que varios equipos caseros que se venden por internet no cumplen con la marca relevante de legislación'.
'E instamos a las personas a que descarten la compra en internet como método de prueba anónima' agrega.
'Estos equipos pueden no ser precisos y tienen un riesgo significativo de ofrecer al usuario un resultado falso'.
'Las instrucciones de uso también pueden ser incorrectas o confusas y no adecuadas para alguien que está tratando de usar la prueba en su casa' afirma la experta.
Los expertos afirman que la gente debe ser consciente que en muchos países ya hay pruebas de detección de enfermedades sexualmente transmitidas que son gratuitas y confidenciales.
El doctor Fortune Ncube, especialista en epidemiología del Departamento de Virus de Transmisión Sanguínea de la Agencia de Protección a la Salud (HPA) del Reino Unido, expresa que 'para prevenir infecciones sexualmente transmitidas, como el VIH, es vital que la gente utilice condones con cualquier pareja nueva o casual'.
'Si alguien siente que se ha puesto en riesgo debe consultar a su médico general o ir a la clínica más cercana para recibir un análisis completo de diagnóstico de todas las infecciones de transmisión sexual, incluido el VIH'.
En muchos países se pueden llevar a cabo pruebas rápidas de detección de VIH en clínicas especializadas. Éstas consisten en tomar una gota de sangre de un dedo o fluido de encías, que colocado en un dispositivo se obtiene el resultado.
Si el resultado es positivo se lleva a cabo otra prueba para confirmarlo. Y como todas las pruebas de VIH son anónimas y confidenciales.

Regálale a tus senos 10 minutos al mes

La autoexploración mamaria es la forma más sencilla para detectar el cáncer de mama y no te quita mucho tiempo.

Grandes problemas pueden prevenirse con pequeñas acciones. Regalarle a tu cuerpo tan sólo 10 minutos al mes puede contribuir de manera importante a que no seas una víctima más del cáncer de mama, que cada año cobra la vida de más de 400 mil mujeres alrededor del mundo, según cifras de la Agencia Internacional para la Investigación del Cáncer.
De acuerdo con la Dra. Angélica Illescas, gineco-obstetra, "el cáncer de mama es curable si se detecta a tiempo, ya que en una etapa muy avanzada sólo el 2% de los casos logra la recuperación. Además, mientras más pronto se atienda una mujer, mucho menos agresivo e invasivo será el tratamiento". Desafortunadamente en México existen datos de la Secretaría de Salud que indican que de cada 36 nuevos casos detectados, 32 ya están sumamente desarrollados.
Por fortuna las mujeres tienen en sus manos la oportunidad de detectar alteraciones que pueden afectar la salud. Conocer su cuerpo a través de la autoexploración ayuda a identificar cambios, lo cual es de suma importancia para el diagnóstico y tratamiento oportuno de cualquier padecimiento, sobre todo, del cáncer de mama.
El guante de autoexploración mamaria
Si cada mes dedicas unos minutos de tu vida a autoexplorar tus senos, ¡felicidades! Estás dándole a tu cuerpo el mejor regalo: la salud. Si aún no lo haces, ¿qué esperas? Mañana puede ser demasiado tarde.
Sin embargo, debes cerciorarte de hacer una adecuada autoexploración, es decir, necesitas conocer a profundidad la anatomía de tus senos para detectar de manera oportuna algún crecimiento irregular lo que permitiría un diagnóstico más temprano con un mejor pronóstico de tratamiento.
La autoexploración se realiza en tres sencillos pasos que tienen como objetivo identificar la presencia de bultos, hinchazón, irritación u otras anomalías en alguna parte del seno. De acuerdo con los expertos en el tema, el utilizar un guante de autoexploración mamaria facilita esta tarea ya que gracias a su composición y relleno de aceite mineral, el tacto se sensibiliza.
¿Cuándo realizar la exploración mamaria?
"Lo más recomendable es realizar la autoexploración entre el quinto y el décimo día después de que el periodo menstrual termina, o un día fijo al mes si ya no lo presentas. El guante de autoexploración mamaria es útil para incrementar la sensibilidad y ayuda a la palpación de todo el seno, incluso hasta la de la axila, la cual también debe ser revisada para abarcar los ganglios linfáticos que se encuentran en esta zona. De igual forma, se debe presionar con firmeza para detectar cualquier anomalía ya que un examen superficial difícilmente será confiable", explica Illescas.
Cabe mencionar que este examen no reemplaza las visitas periódicas a tu médico, ni a un estudio clínico de senos o mastografía, pero es importante que a partir de los 20 años toda mujer se forme este hábito, ya que la enfermedad se presenta cada vez en edades más tempranas. En este sentido, México ocupa el primer lugar en mortalidad a causa de cáncer de mama en la población mayor a 25 años según la Organización Mundial de la Salud (OMS).
Existen diversas formas en que puedes realizar la autoexploración, aunque todas constan de revisar cómo se ven y cómo se sienten tus senos. Visita www.mibusto.com para conocer un video que te permitirá saber cómo realizarla de forma correcta.

Aprueba FDA genérico de fármaco para esquizofrenia

Funcionarios federales del sector salud estadounidense aprobaron las primeras versiones genéricas del exitoso fármaco Zyprexa, un medicamento caro para el tratamiento de la esquizofrenia y el trastorno afectivo bipolar.


Zyprexa representó el año pasado para el laboratorio Eli Lilly & Co Inc. ventas por 5 mil 700 millones de dólares, según la compañía de rastreo de recetas médicas IMS Health.
Las nuevas versiones de costo bajo del fármaco serán comercializadas por Dr. Reddy's Laboratories, de la India, y Teva Pharmaceutical Industries, con sede en Israel.
Zyprexa es parte de una clase de medicamentos llamados antipsicóticos atípicos que afectan los niveles de dopamina, una sustancia química cerebral que controla comportamiento, estado de ánimo y movimiento. Los médicos adoptaron abrumadoramente el medicamento en la década de 1990 debido a que se pensaba que era menos probable que ocasionara efectos secundarios, como pequeños temblores y espasmos musculares. Los medicamentos nuevos tienen sus efectos secundarios propios, incluido aumento de peso, alto contenido de azúcar en la sangre y somnolencia.
El tratamiento con fármacos como Zyprexa puede costar hasta 500 dólares mensuales. Las versiones genéricas pueden reducir el costo hasta en un 80%.
La FDA aprueba versiones genéricas de medicamentos después de que expira la patente del fármaco original o que ha sido declarada inválida en una corte.

Las fresas protegen de bebidas alcohólicas

Un equipo de investigadores italianos, serbios y españoles ha confirmado el efecto protector de las fresas en un estómago de mamífero dañado por el alcohol, según indicó la Universidad de Granada (sur de España), que ha participado en este estudio.

Los científicos suministraron etanol (alcohol etílico) a ratas de laboratorio y comprobaron que la mucosa gástrica de aquellas que previamente habían comido extracto de fresa sufría menos lesiones.
Sara Tulipani, investigadora de la Universidad de Barcelona (UB) y coautora del trabajo, explicó que los efectos positivos de las fresas se asocian tanto a su capacidad antioxidante como a que activan las propias enzimas o defensas antioxidantes del organismo.
Las conclusiones del trabajo señalan que una dieta rica en fresas puede ejercer un efecto beneficioso en la prevención de enfermedades gástricas relacionadas con la generación de radicales libres u otras especies reactivas del oxígeno, de modo que esta fruta podría atenuar la formación de úlceras estomacales en humanos.
La gastritis o inflamación de la mucosa del estómago, además de relacionarse con el consumo de alcohol, también se puede producir por infecciones víricas y por la acción de fármacos antiinflamatorios no esteroideos (como la aspirina) o los que se usan en el tratamiento contra algunas bacterias.
"En estos casos ingerir fresas durante o después de la patología podría aliviar la lesión en la mucosa gástrica", sugirió Maurizio Battino, coordinador del grupo de investigación desde la Universidad Politécnica de la Marche (UNIVPM, Italia).
El equipo encontró menos ulceraciones en los estómagos de aquellas ratas que, antes de recibir el alcohol, habían ingerido durante diez días extracto de fresas (40 miligramos al día por kilo de peso).
Según Battino, el trabajo no se ha planteado para paliar los efectos de una borrachera, sino para encontrar moléculas protectoras de la mucosa gástrica frente a los daños que pueden causar diferentes agentes.
Además de científicos de la UNIVPM, la UB y de Granada, en esta investigación han participado investigadores de las universidades de Salamanca, en España, y de Belgrado, en Serbia.